Relic também é arte.

Muita gente no mundo das cordas é apaixonado pelos vintage. Instrumentos dos anos 50, 60, 70 e até 80 são bastante cobiçados por aí, principalmente por alguns serem raridades e outros pelo visual, além é claro da questão sonora, a secagem da madeira durante os anos faz com que o som gradativamente melhore. E o mais perto que conseguimos chegar desses instrumentos vintage é através do relic, mas o que é o relic ?
O relic consiste em desgastar o instrumento em pontos específicos, geralmente onde tem mais contato com o corpo do músico, batidas acidentais, marcas da correia, etc.

 

O relic jamais deve ser feito com o Pu e mesmo com o nitro, deve se tomar alguns cuidados, e não é somente maltratar o baixo e desgastar a pintura de forma desenfreada. Há grande nomes no mundos das cordas que são especialistas em relic, como pro exemplo o grande John Cruz, Masterbuilt da Fender Custom Shop, em que seus trabalhos valem verdadeiras fortunas. Há todo um processo no relic, e como visto acima não foi respeitado. O instrumento já havia tido uma tentativa de relic, com nitro inclusive, porém com camadas muito grossas e desgastes um pouquinho além do ponto.

 

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O corpo havia muitas batidas e marcas, algumas bem fundas. O corpo foi muito mal lixado anteriormente e estava totalmente desnivelado, torto mesmo. Tive muito trabalho com lixas pra deixar tudo certinho, além de ter que aplicar muita massa e finalizar com um fundo epóxi que é bem resistente e cria uma camada bem grossa, suficiente pra lixar e dar forma a um instrumento novo.

 

 

Tive que fazer uma pintura nova, deixando o baixo zerado ! E a cor fiesta red ficou tão bonita que deu pena de jogar o branco por cima para fazer o relic, era só polir e montar. Depois da pintura ainda tem o verniz nitro que amarela com o tempo, mas tenho minhas técnicas pra ele amarelar em 1 dia, além de todos os pontos específicos de desgaste pra deixar tudo como um verdadeiro vintage

 

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O baixo, um Giannini Stratosonic construído em meados dos anos 70/80 tem uma tocabilidade incrível, tive um anos 90 e foi o meu preferido em muitos dos baixos que já passaram pelas minhas mãos, entre instrumentos caros e baratos. Contou também com a elétrica de um EMG Hz Set com blend e captadores Bartolini. Ficou uma verdadeira máquina. Moderno no som com visual vintage !

 

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O relic, o vintage, o velho, é fetiche pra muita gente, questão de gosto, eu sei, mas é impossível não se apaixonar por um instrumento desses.  Um relic bem feito sem parecer artificial. Relic é Arte.

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Refinish PRS Blue fade.

Uma lindíssima guitarra modelo PRS fabricada pelo luthier Wagner Peixoto de Curitiba para o Everton Cesar, músico do grupo Molejo.  Guitarra bem construída, elétrica em perfeito estado, blindada e aterrada como se deve, com acabamento anterior em verniz nitro na parte de trás e PU (poliuretano) na frente, porém, mesmo assim sem vida, tenho certeza que não foi por descuido do dono, mas originalmente o acabamento era aquele mesmo.

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 Vemos que a proposta  do “faded” não rolou mesmo, e parece apenas duas cores bem divididas, além de bem desbotadas, sem vida mesmo. E uma guitarra dessas merecia um acabamento especial que vocês podem conferir no vídeo do processo abaixo.

 

Segue abaixo algumas fotos tiradas durante o processo.

 

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Um ponto importante é na hora de lixar o top, pois se não tomar cuidado pode deformar e tirar alguns detalhes que são parte do charme desse modelo. Mas isso a gente faz bem.

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Depois de removido todo o resíduo da tinta anterior, essa foi uma das partes mais legais, poder ter uma breve noção de como ficaria o top tingido da forma correta. Só deixava a gente mais ansioso, já que a cor ia realçar bem mais com o verniz.

 

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Vejamos aqui por exemplo, nas primeiras mãos de verniz, como a cor realçou totalmente comparada com a foto anterior. Um bom verniz e bem aplicado faz mágica!

 

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Detalhes após o polimento.

 

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Agora sim, digna de uma PRS de verdade.

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Se você também quer pintar, customizar, reformar, e até mesmo construir uma guitarra conosco, mande um email para nós!

Giannini GIB WG5 Act

Desde que fiz a minha primeira guitarra, o que na verdade seria um protótipo da futura Mojohands Custom Guitars. Percebi que o tipo de acabamento escolhido pra essa “primeira” terminaria virando uma espécie de marca registrada. Fiquei totalmente satisfeito e quis fazer esse acabamento outra vezes em instrumentos meus e de clientes, e não deu outra, choveu pedidos na página e por email, e apesar de não postar aqui, foi o tipo acabamento que mais fiz.

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Recentemente apareceu um Bass aqui para reforma que vale muito a pena compartilhar aqui com vocês. Se trata de um Giannini GIB WG5 Act, cópia do Warwick Rockbass. uma das primeiras linhas feitas logo quando deixou de ser fabricado no Brasil e passou a ser fabricado na china e com madeiras boas.


Essa foi uma foto que o dono enviou, já que eu havia esquecido de fotografar antes.

No catálogo do site consta a data de 2001/2002  e as seguintes configurações:

Corpo :Ash
Braço :Maple
Escala :Rosewood
Marcação : White Dot
Trastes: 24 Jumbo
Ponte: Fixa
Captadores: 1 Humbucking
Controles:  1 Vol, 1 Tone, 1 Pan ( Push Pull )
Tarraxas: Blindadas
Ferragens douradas
O mais bacana de tudo é que na foto não aparece os detalhes da pintura translúcida. Mas assim que eu o peguei já tinha na cabeça ideia do que queria fazer, e o dono do baixo me deu a liberdade de escolher o acabamento.
Dessa vez estava tão animado com essa pintura que fiz até um video com alguns pequenos takes de todo o processo. Muita lixa, muita poeira, muita sujeira, verniz e muita diversão e carinho também.

Segue abaixo algumas fotos do instrumento pronto :

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O mais legal de tudo é que o corpo é todo inteiriço em Ash com um destalhes lindos por todo o corpo que só vendo pessoalmente pra sacar. Alguns desses detalhes aparecem no bem vídeo.

 

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E se você quer um acabamento desse tipo e dessa qualidade não pense duas vezes,  fale conosco por e-mail e passamos um orçamento para qualquer tipo de serviço.

Headstock quebrado tem jeito ?

Quando comecei a me aventurar no mundo da Luteria, entre 2011 e 2012 eu realmente não imaginava o que viria pela frente. O fato de estar ligado diretamente com a música, em contato constante com diversos tipos de músicos era algo fascinante para o moleque que eu era na época, não que seja diferente nos dias de hoje, mas hoje posso dizer que eu vivo o que eu sonhava anos atrás. Em toda essa trajetória me deparei inúmeras vezes com um problema que poderia vir a ser uma das maiores dores de cabeça; o Headstock  quebrado.

 

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Sinceramente perdi as contas das inúmeras vezes em que peguei reparos como esse, o detalhe é que me lembro somente de uma Strato. Geralmente esse tipo de problema ocorre mais com Headstock angulado, pelo tipo de corte ou por alguma colagem mal feita como costumamos ver muito no tipo de corte feito pelas Ibanez e principalmente pela Gibson.

 

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Exemplo acima do tipo de corte angulado feito pela Gibson, o mais comum por aqui como foi no caso dessa  Ephiphone Lespaul Standart que sofreu um acidente, geralmente quedas bobas são suficientes pra esse tipo de problema.

 

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O primeiro a ser feito é montar o quebra-cabeças e  colar tudo com uma boa cola para madeira. Foi feito também um reforço interno com dois pedaços de jacarandá bem duros, depois de bastante lixa, o primer antes de pintar.

 

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Depois de tudo já pintado é hora de aplicar o logo novo nas medidas originais e o mesmo material usado pela Ephiphone, tudo pra deixar como antes.

 

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Detalhe do Headstock na parte traseira. Sem detalhes, sem emendas,limpo e bonito.

 

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Mojohands Custom Guitars.

Mojo, palavra derivada do idioma Africano-Americano, onde se refere a um talismã de bruxaria também conhecido por alguns como os patuás. Esses sim muito utilizado por pessoas ligadas ao Candomblé. Mojo também é uma “gíria” muito usada no Blues que significa charme pessoal, sex-appel, carisma, libido, feeling  entre outras definições, que podemos encontrar por exemplo em diversas músicas dos grandes mestres do Blues como Muddy Waters em Got My Mojo Working “Got my mojo working, but it just won’t work on you“, ou Lightnin’ Hopkins em Mojo hand “I’m goin’ to Louisiana, and get me a mojo hand
I’m gonna fix my woman so she can’t have no other man“, entre outras milhares de músicas acerca desse folclore que envolve o Blues, existe até um dicionário com diversas gírias e seus significados.

Mojo Hand. um poderoso encanto hoodoo. Normalmente um saco de pano vermelho cheio com raízes, ervas, minerais, poeira, pequenos ossos de animais, pedras semi-preciosas, etc; usado por baixo das roupas ou nos bolsos. Também chamado de gris -gris .
Um Mojohand carrega uma alma, que irá trabalhar para um propósito, uma alma que precisa ser fortalecida e alimentada, um amuleto que funciona como um imã para o que lhe for intencionado, assim como o músico e seu instrumento. E é nessa concepção que, junto com meu amigo Paulo Roberto criamos a Mojohands Custom Guitars.

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Idealizada alguns anos atrás a guitarra número 001 agora saiu do papel e dá o start na marca que mesmo sendo feita de modo totalmente artesanal serão produzidas em série em breve e também por encomenda. Depois de muito planejamento, projeto, prototipagem, feedback de amigos músicos de longa estrada, erros e acertos, oficialmente a Mojohands Custom Guitars é lançada.

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Para nós cada instrumento é uma coisa única e insubstituível, quase como uma extensão do nosso corpo, como um amuleto de sorte carregado pelo músico. Sem esquecer também a qualidade e o visual fora dos padrões. Um instrumento único como o artista em si.

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Idealizar, escolher todas as especificações técnicas e acompanhar todo o processo do seu próximo instrumento é algo emocionante, e nós da Mojohands Custom Guitars faremos isso para você.

Precisa de inspiração ?
Confira a Mojohands Telecaster #5521001 abaixo para ter uma ideia do que podemos fazer por você.

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Corpo em Cedro (duas peças)
Top/radica em Olmo

Braço em Maple
Escala em Jacarandá
Trates Fender Vintage médios
Marcação da escala: 6mm madrepérola
Nut osso

Ponte Fender Vintage
Tarraxas Wilkinson EZ Lock
Captadores Fender Vintage Noiseless

Acabamento
– corpo PU Brilhante puro na madeira.
– braço Seladora

 

 

 

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Em breve a Mojohands contará com um site próprio com todos os preços, modelos, videos, reviews, fotos e tudo mais, fique ligado! Dúvidas e orçamentos na seção Fale Comigo.

 

 

 

Refinish Fender reissue 1962 

 Quando se fala em guitarras, um dos primeiros nomes que se vem à cabeça é a Fender. Uma das marcas mais cobiçadas do mercado musical. E isso não é à toa.  A marca criada por Leo Fender, acompanhou toda a evolução da música desde os anos 50 e teve uma grande influência em toda essa revolução musical, sempre visando a grande qualidade em seus instrumentos. Imortalizada por grandes mestres da música como Jimi Hendrix, David Gilmour, Blackmore, Clapton, entre outros. Até hoje sendo líder de mercado com uma produção em massa de milhares de guitarras por mês, com diversas variedades de cores, estilos, e valores. O que a faz a preferida da maioria dos músicos, logo não se torna difícil encontrar uma por aí!  Mas também não é sempre que se vê uma como essa do post de hoje. Se trata de uma Fender Stratocaster Reissue Made in Japan,  uma reedição; copia fiel de uma strat 1962, checando pelo número de serie vi que a guitarra é de 84-87 ou seja, Bem mais velha do que eu ! Para o espanto de muitos leitores do blog que acreditam que eu sou um senhor, nasci em 89.

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  A guitarra chegou nesse estado da foto. Veio toda desmontada e o dono, Paulo Servilhano, fez o capricho de separar parafuso por parafuso e enviar tudo embaladinho. Eu “montei” mesmo para tirar a foto. De cara percebe-se o estado da pintura de uma guitarra com mais de 20 e pouco anos de estrada, já toda craquelada e algumas partes descascando.

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  No entanto, o problema maior mesmo era esse, a escala descolando, as marcações da escala que algum momento deve ter soltado, e antes fora substituídas por uma massa branca, os trastes trocados de qualquer jeito por alguém. Dói até ver uma guitarra dessas nesse estado.

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A escala foi descolada e colada novamente para ficar mais segura, depois disso o raio da escala foi refeito e os trastes trocados, usei os Fender Vintage medium.

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Para ficar tudo ainda melhor além dos trastes, colocamos todo o hardware novo da Fender. Tarraxas Vintage, jack e jackplate, ponte Big Block e até as roldanas.

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  Close nos detalhes dos traste, escala e marcações.

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 Por último a parte mais demorada e talvez a mais complicada. Dependendo da guitarra, marca e tipo de acabamento é bem trabalhoso pra remover a pintura original. Essa apesar estar bem acabada, deu bastante trabalho pois o corpo havia algumas batidas e marcas onde foi usada muita lixa pra deixar tudo certinho e nivelado.

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Depois de um tempinho pesquisando consegui por um catálogo antigo da Fender, descobrir a cor original. Esse tom de vermelho é um Old Candy Aplle Red, muito bonito por sinal. O resultado final foi esse. E a guitarra ? Espetacular !

Stratocaster Red Paisley

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Paisley é um termo inglês para um design de origem cultural de países do Oriente. É amplamente famoso no Irã , Azerbaijão, Turquia e países próximos. Semelhante a uma lágrima torcida, o Paisley em forma de figo é de origem persa (ou seja iraniana), mas seu nome ocidental deriva da cidade de Paisley, a oeste da Escócia.
   Tornou-se muito popular no Ocidente nos séculos 18 e 19  no Irã e países da Ásia Central. É tecido com ouro ou fios de prata na seda ou outros produtos têxteis de alta qualidade para os presentes, para casamentos e ocasiões especiais. No Irã e Uzbequistão, o seu uso vai além de roupas,  pinturas, jóias, afrescos, cortinas, toalhas de mesa, colchas, tapetes, paisagismo do jardim, e cerâmica também.
   Paisley tornou-se referência no estilo psicodélico devido à sua popularidade dominante emergente que antecederam a época. De particular interesse é a influência dos Beatles. Consequentemente, o estilo era muito popular durante o Verão do Amor em 1967.
Aproveitando o gancho, a
 Fender fez uma versão rosa Paisley da sua guitarra Telecaster , no qual eram mais fáceis de aplicar o papel de parede Paisley sobre os corpos de guitarra e baixos. Essa tipo de acabamento foi introduzido em 1968 visando lucrar com o “Verão do amor” e clímax psicodélico, mantendo a produção por cerca de 3 anos.
James Burton, guitarrista do Elvis na época, ganhou uma da Fender que apesar de meio tímido em relação aquele rosa chamativo acabou usando. A guitarra acabou sendo associada a ele durante anos.

Fender Telecaster Paisley 1968

Como disse em outra postagem minha, sou muito fã de Telecaster , mesmo apesar de ter somente duas no meio de um monte de Stratocaster. Resolvi me aventurar e fazer algo especial em uma Tele que foi presenteada para um amigo. Uma versão mais moderna de uma Tele Paisley verde batizada como Green Onions. Visto que o resultado foi um sucesso, resolvi fazer o mesmo em uma Stratocaster, dessa vez vermelha!

 

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Vermelho Lúcifer. O vermelho mais perolizado que existe.

O mais bacana de tudo foi que esse vermelho casou tão bem com o vermelho do fundo que deu um contraste maravilhoso.

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Junto com o vermelho foi usado um verniz tingido pra dar um efeito translúcido e ficar ainda mais bonito!

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Suaves tons em degradê


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Red Devil Paisley